Conheça o trabalho da ONG na proteção de quelônios
Desde 2004 o MEPA - Movimento Educacional de Preservação da Amazônia - vem trabalhando para preservar Tracajás e Tartarugas da Amazônia (quelônios).
Menor Tracajá do mundo
Pode ser precipitado mas podemos ter presenciado o nascimento do menor filhote de tracajá do mundo. O nascimento aconteceu no último dia 3 na base do Projeto PROMARGEM na Praia do Meio...
Ambientalistas visitam o MEPA
Ambientalistas da Vale/ALPA, UFPA e SEMMA visitaram a ONG intitulada MEPA - Movimento Educacional de Preservação da Amazônia - um dos objetivos da visita era conhecer o trabalho que o MEPA já vem desenvolvendo para a presevação de Tracajás e Tartarugas da Amazônia...
Palmeiras imperiais de Marabá estão morrendo, saiba porquê
Em Marabá as Palmeiras Imperiais chegaram aproximadamente há dez anos com o objetivo de embelezar e purificar o centro urbano. Mas nem tudo é belo, o que se vê hoje pelas ruas são essas espécies raras e por isso “caras” morrendo sem que nada seja feito para conter o problema. ...
Coletas de ovos de Tracajá
No último sábado, tivemos a oportunidade de localizar um ninho de Tartaruga numa área comumente frequentada por pescadores. A equipe do MEPA fez a transposição dos ovos para um dos tabuleiros do projeto na Praia do Meio...
MEPA aposta na capacitação comunitária
O movimento educacional de preservação da Amazônia (MEPA) conduz projetos pioneiros no município de Marabá e região, inserindo a comunidade nas ações de educação ambiental, preservação e manejo sustentável dos recursos naturais da Amazônia. Uma parceria com UFPA\NEAm núcleo de educação ambiental.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Como Alimentar Tanta Gente em 2050?
07:52
César Peres
sexta-feira, 16 de março de 2012
Cidadania na Prática
13:31
César Peres
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| Filho do seu Manoel recebendo a cadeira |
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Cidadania nas Margens do Rio Tocantins
11:21
Magno Barros
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Hortaliças das "Margens" começam a dar frutos
09:16
Magno Barros
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Veneno de Jararaca poderá ajudar no tratamento de Parkson e Trombose
22:55
César Peres
O primeiro trabalho, chefiado pelo biólogo alemão Henning Ulrich, da Universidade de São Paulo, mostra que uma molécula presente no veneno da jararaca, a bradicinina, pode ajudar a estimular a formação de células nervosas no cérebro. Isso quer dizer que doenças degenerativas, como o Parkinson, têm chances de serem tratadas com a substância. O outro estudo, coordenado pela professora Lina Zingali, da UFRJ, descobriu que duas substâncias isoladas do veneno da jararaca podem ajudar no tratamento de doenças ligadas à coagulação do sangue, como a trombose.
Doenças degenerativas — Em 1949, o cientista brasileiro Rocha e Silva isolou uma molécula de altíssima concentração no veneno da jararaca, a bradicinina, e descobriu que ela ajudava a reduzir a pressão arterial. A descoberta brasileira serviu de base para o desenvolvimento do medicamento Captopril, que combate a hipertensão. A bradicinina é uma substância também presente no organismo humano, mas em pequena concentração.
O estudo das funções da bradicinina sobre a formação de neurônios começou em 2001, quando Ulrich foi contratado como docente da USP. A partir daí, a cientista Telma Schwindt, os doutorandos Cleber Trujillo e Henrique Martins e Ulrich perceberam que a bradicinina era capaz de ativar células-tronco presentes no cérebro. "Essas células amadurecem e formam novas ligações nervosas quando há algum dano neural", disse o biólogo alemão, em bom português.
Isso quer dizer que a degeneração de células nervosas causada por doenças como o Parkinson, e por derrames, explica Ulrich, pode ser combatida com a molécula do veneno da jararaca. A equipe de Ulrich percebeu também que, em ratos que sofreram um derrame, a bradicinina ajuda a impedir a morte das células saudáveis.
O tratamento em humanos, contudo, ainda está longe. Ulrich explicou que a pesquisa precisa migrar dos modelos animais para os humanos, e um tratamento pode demorar até 10 anos para virar realidade.
Descoagulante — Outra pesquisa, coordenada pela professora Lina Zingali do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, isolou duas moléculas do veneno da jararaca, chamadas jarastatina e jararacina. Essas substâncias fazem parte de um grupo de moléculas chamado desintegrina, capazes de prevenir a coagulação do sangue. Os pesquisadores queriam encontrar químicos que não causassem tantos efeitos colaterais quanto os atuais remédios que combatem as doenças ligadas à coagulação sanguínea, como a trombose.
As duas moléculas isoladas pelo grupo da UFRJ foram capazes de inibir o acúmulo de plaquetas em amostras de sangue humano. Quanto maior a dose de jarastatina e jararacina, maior a descoagulação sanguínea. Das duas, a jararacina é a mais potente.
A utilização das moléculas do veneno da jararaca em remédios para seres humanos ainda pode demorar. Os resultados da pesquisa mostram que, no laboratório, as substâncias podem ajudar pessoas com trombose, mas é preciso realizar testes em animais. Em seguida, seriam feitos os testes com humanos.
A equipe precisa saber qual dose pode ser tolerada pelo organismo das pessoas e se haverá efeitos colaterais. Os resultados foram publicados no periódico Archives of Biochermistry and Biophysics.
*Fonte: Folha do Pará
terça-feira, 5 de julho de 2011
Quem come Carne de Paca corre serio risco de contrair tumores no fígado
18:03
César Peres
moisesacre.blogspot
terça-feira, 12 de abril de 2011
Receita de pombo recheado
14:15
César Peres
Um município do Rio Grande do Sul, Santa Tereza, está se especializando na criação de pombos. A ave é muito apreciada na culinária das comunidades italianas e a atividade, que antes era apenas para alimentação da família, tem se mostrado lucrativa e já se tornou uma maneira de incrementar o orçamento.
As aves são criadas em cativeiro, são cerca de 10 casais. A reprodução acontece cinco vezes por ano e a cada ninhada saem dois ovos, que vão direto para a incubadora, onde os filhotes permanecem por aproximadamente um mês, até que cresçam o suficiente e possam se alimentar sozinhos. Depois, eles são transferidos para outro cativeiro, onde ficam mais um mês e depois são abatidos. Do nascimento até o abate são dois meses. (G1.com)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
ÁGUA
08:53
César Peres
Sabe-se que a água pura congela a 0° C e ferve a 100° C, sob pressão de 1 atm. Se adicionarmos sal na água, ela irá congelar abaixo de 0° C e ferver acima de 100° C.
O Dia Mundial da Água foi criado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas através da resolução A/RES/47/193 de 22 de Fevereiro de 1993, declarando todo o dia 22 de Março de cada ano como sendo o Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 1993, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (Recursos hídricos) da Agenda 21.
Em 2009, o tema para este dia foi “Água compartilhada – Água de oportunidades”.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Saiba reconhecer os sintomas da dengue
10:40
César Peres
SINAIS DE ALERTA | |
Dor intensa na barriga | |
Sinais de desmaio | |
Náusea | |
Falta de ar | |
Tosse seca | |
Fezes pretas | |
Sangramento | |
De acordo com a infectologista Patrícia Brasil, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue. A infectologista afirma que a contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.
O consultor da OMS observa que o período crítico da doença é quando a febre do paciente diminui. “Se a febre passar e o paciente tiver muita dor na barriga, ele está num estado grave mesmo sem sangramento”. Para Ivo, esse é um grande problema no atendimento primário nos hospitais porque geralmente as pessoas com febre são atendidas prioritariamente. “Tem que definir uma estratégia no atendimento porque o correto é dar prioridade aos pacientes sem febre”, defende.
Entende-se como parte do tratamento a hidratação do paciente. A dengue é uma doença que faz a pessoa perder muito líquido. Por isso, é preciso beber muita água, suco, água de coco ou isotônicos. Bebidas alcoólicas, diuréticas ou gaseificadas, como refrigerantes, devem ser evitadas.
A dengue, como ressalta a médica Patrícia, não escolhe vítima. Repelentes, mosquiteiros sobre as camas e roupas mais fechadas são recomendados a todos. Mas é preciso estar atento. “Os repelentes que existem no Brasil duram no máximo 3 horas, por isso, é preciso repassá-lo no corpo sempre que possível. Quanto menos áreas do corpo estiverem expostas, mais a pessoa estará protegida”, disse.



























